quinta-feira, 23 de junho de 2011

Finlandeses contra-atacam com nova sátira

Um nacionalismo exagerado é perigoso mas impõe-se por vezes passar esse patamar de perigo e levantar bem alto essa bandeira.
Parece-me que neste momento e devido a dois factos muito simples, merece a nossa reflexão e ao mesmo tempo a nossa acção imediata, diria a nossa reacção legítima e pronta.
Vem isto a propósito de tudo o que na Finlândia se disse, escreveu e pensou sobre Portugal e os Portugueses.
Primeiro foi a questão do apoio ou não apoio ao programa de resgate da nossa dívida soberana, com tudo o que se dizia e pensava na Finlândia sobre nós e na forma inconsistente das tomadas de posições públicas por parte dos políticos e do povo Finlandês.
Agora não satisfeitos resolveram os Finlandeses e uma empresa Finlandesa fazer um jogo que goza connosco...que goza com um  país com 800 anos de história...que goza com Portugal e com cada um de nós em particular.
A nossa reacção só pode ser uma. BOICOTAR TODOS OS PRODUTOS FINLANDESES...
Proponho que nenhum Português...repito NENHUM PORTUGUÊS compre a partir deste momento nenhum produto Finlandês em especial nenhum telemóvel NOKIA (empresa Finlandesa).
Na hora da compra de um telemóvel novo...compre tudo...compre qualquer marca...NUNCA "NOKIA".
Essa é porventura a lição que podemos dar a esta gentalha arrogante que rapidamente se esqueceu da ajuda que a Europa e os europeus lhe deram nos anos 90 quando estavam semi-falidos e dos anos em que nós Portugueses com a nossa humilde contribuição de gente com gostos caros e sem dinheiro...repleto de dívidas (dizem os Finlandeses e diz o jogo) lhes proporcionou comida e roupa...sim já matamos a fome e vestimos os desgraçados e pobres Finlandeses.
A memória do ser humano é curta, mas convém relembrar de vez em quando.
Pela minha parte jamais comprarei algo que tenha origem na Finlândia, e, no dia em que a Nokia começar a perder quota de mercado e a não distribuir a riqueza que eles estão habituados talvez os Finlandeses percam alguma da sua arrogância de novos ricos.
Eduardo Pina

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